O que fazer em São Thomé das Letras – MG

Pôr do sol em tom de amarelo com muitas pessoas embaixo assistindo

Saiba o que fazer em São Thomé das Letras, uma cidade com muita cachoeira e uma vibe mística em Minas Gerais.

Nesse post você pode entender como chegar até lá partindo de São Paulo, ver como se locomover sem carro, encontrar sua hospedagem e saber quais as atrações turísticas da cidade.

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Como chegar em São Thomé das Letras:

Fomos de carro saindo de São Paulo, o que durou mais ou menos umas 05 horas de estrada via BR-381.

Para quem vai de ônibus, também saindo de SP, precisa ir até a cidade de Três Corações, partindo do Terminal Tietê pela Viação Santa Cruz.

O preço do ônibus custa em média R$ 100,00.

Já em Três Corações, você pega outro ônibus, agora da Viação Coutinho, que te deixará em São Thomé das Letras. Para saber valores e horário das passagens, você pode ligar no (35) 3231-3355.

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Como se locomover sem carro?

Para se locomover sem carro em São Thomé das Letras, como muitas atrações são distantes, você pode tentar pedir carona, pois em uma cidade como essa será bem capaz de conseguir.

Ou uma outra opção que encontrei para vocês é o de fazer os passeio com a Trans Pororôca Tour, que possui roteiros para os pontos turísticos afastados. Custa entre R$ 30 e 40,00 por pessoa e sai do centro da cidade.

Ponto de ônibus em STL

Hospedagem em São Thomé das Letras

Toda vez que viajo, minha primeira opção para buscar hospedagem é o Booking.com, um site que é queridinho de muitos outros viajantes também.

Por lá podemos comparar os preços de várias hospedagens, desde um hostel até grandes redes hoteleiras, além de verificar tudo que cada acomodação oferece ao hóspede.

Há muitas opções de hospedagem com cancelamento gratuito, o que, particularmente, eu gosto demais e dou prioridade na hora de realizar minha reserva.

Outra coisa muito bacana, é que quanto mais você reserva por lá, vai conseguindo maiores descontos nas próximas vezes com o programa de fidelidade da Booking, o Genius.

Booking.com

Encontramos um camping muito baratinho na cidade, o nome é Camping Xamã e achei a estrutura muito boa (foi minha primeira vez acampando).

O espaço para as barracas é enorme, cabem várias por lá. Um dos banheiros é grande e outros são menores, na cozinha tem um espaço ótimo com utensílios e várias tomadas.

Andando pelo camping encontramos um espaço zen para se conectar ainda mais com a natureza em frente a um pequeno poço. A dona do lugar foi muito graciosa com a gente e ainda nos recepcionou com uma cachaça da cidade.

O que fazer em São Thomé das Letras MG

Como o camping fica em uma área verde, um pouco mais afastada do centrinho, teve uma noite que chegamos para dormir e nos deparamos com um céu com tanta estrela, sem nuvem alguma, parecendo que estava a galáxia toda exprimida ali pra gente que me emocionou.

Foi um céu lindo demais, fiquei em êxtase e jamais esquecerei aquele momento.

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Era um misto de sentimentos: gratidão pelas companhias, pela natureza, pela vida, pela oportunidade de estar ali.

São nessas horas que percebemos o quão pequenos somos diante da imensidão da natureza. Nada descreve. Nem tirei fotos e quer saber, elas nem ficariam boas, está tudo gravado na memória do coração. Felicidade!

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Se preferir, você também pode procurar sua hospedagem pelo Airbnb:

O que fazer em São Thomé das Letras – MG:

Casa da Pirâmide

Esse é o cartão postal da cidade, onde possui uma vista incrível para o pôr do sol.

Trata-se de uma casinha de pedras abandonada que fica isolada no alto, dando a oportunidade de termos uma vista de 360º do vale, sendo que a galera se reúne em seu entorno e quem chega cedo consegue até subir em seu telhado.

Por ser feriado, o local estava lotado, acho que todo mundo vai pra lá ver o pôr do sol. O céu naqueles dias estava com muitas nuvens, mas ainda assim o espetáculo de cores no céu foi lindo de ver.

E a minha parte favorita daquele momento foi ouvir uma banda de crianças da cidade que estavam ali tocando Raul Seixas no saxofone. O ambiente ficou perfeito!

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No dia seguinte voltamos pra lá e pessoas comuns estavam com violão fazendo um som bem massa.

Se estiver de carro, precisará estacionar em algum canto do centro da cidade, mas que não seja tão próximo assim da Igreja Matriz e da subida para a Casa da Pirâmide, pois em época de feriado vai ser difícil depois para tirar o carro dos lugares ali próximos. A subida é bem tranquila, mas pode ter pessoas que cansem por conta das pedras.

Pôr do sol em tom de amarelo com muitas pessoas embaixo assistindo

Igreja de Pedra

Se a cidade toda é de pedra, claro que haveria uma igreja assim também, né? E essa está bem no centrinho da cidade, impossível não reconhecê-la.

igreja de pedra

Curtir a noite no centrinho

Principalmente em feriados, a centro da cidade ficará lotado. Tantos os bares, restaurantes, quanto a própria rua e praça da Igreja Matriz, serão locais onde você poderá curtir. Eu adorei ficar na rua mesmo.

Tinham barracas de comida, íamos em barzinhos apenas para experimentar cachaças diferentes. Haviam pessoas tocando violão na pracinha, o clima estava agradável e conhecemos pessoas bacanas.

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Cachoeira Véu da Noiva

Foi a primeira que tentamos conhecer, porém estava L-O-T-A-D-A e a estrada estava inteira tomada por carros. O próprio espaço da cachoeira tinha tanta gente que mal dava para ver a cor da água. Decidimos seguir viagem.

Cachoeira Antares

Depois de 16 quilômetros chegamos nessa cachoeira que estava bem mais tranquila (não vazia). Existe uma trilha para acessar a cachoeira que é bem rapidinha, possui uns 200 metros.

A água estava congelada e entramos mesmo assim. Ela é bem bonita e rodeada por vegetação nativa, vimos várias borboletas, havia uma energia bem forte, um cenário de contos de fadas. Se não fosse por um infeliz acontecimento:

!! Infelizmente teve uma família na Cachoeira Antares que começou a fazer churrasco lá, e incomodaram muitas pessoas. Nem todo mundo tem a consciência de que ali é um local apenas para apreciarmos o que a natureza nos fornece, sem tentar (por culpa ou por dolo) colocar fogo nela ou implantar aquele cheiro no ar. Deve ser pensando nisso que na entrada da trilha existe uma placa grande sinalizando que é proibido fazer churrasco e jogar lixo naquela área. É impossível não notá-la, mas aparentemente bem possível ignorá-la.

Até quando a Terra vai ser capaz de nos manter?

O que faltou no meu roteiro:

– CACHOEIRA DA LUA
– CACHOEIRA DO VALE DAS BORBOLETAS
– GRUTA DO CARIMBADO: é a mais famosa das grutas da cidade pois dizem que ela conecta com Macchu Picchu, no Peru. O misticismo de São Thomé das Letras é inegável, mas infelizmente não há uma alma viva que confirme essa lenda.
– PEDRA DA BRUXA
– Conhecer – e se der sorte – ir a um show do Ventania. O cantor dos loucos de cogumelo mora na cidade e é muito fácil trombar com ele.
– LADEIRA DO AMENDOIM: para quem está de carro, a experiência por ali pode ser bem engraçada. Primeiro todos saem do veículo e o desligam, e ainda assim, o carro sobe a ladeira. É uma ilusão de ótica, mas a gente prefere acreditar no misticismo da cidade, né?

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1 Comment

  1. […] volta a out/14 aqui nos meus pensamentos, recordei uma vontade que tive ao visitar São Thomé das Letras que era o de morar por uns 3 meses na cidade. Ficamos pouco tempo, se lembro bem foram 03 dias, mas […]

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