Roteiro pelo Jalapão: DIA 4

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Depois de uma noite muito bem dormida na Pousada São Félix do Tocantins e um café da manhã maravilhoso por lá, era hora de fecharmos novamente as malas e colocá-las no carro de Junera, nosso guia maluco e que conhece muito bem o Tocantins da agência Calliandra Ecoturismo. Estávamos em nosso último dia do roteiro pelo Jalapão.

A primeira parada do último dia de expedição foi no Fervedouro do Alecrim, que é bem maior do que os que conhecemos no dia anterior e possui a água bem verdinha.

Ele possui um deck na entrada, a estrutura aqui começa a ficar mais caprichada. Já expliquei sobre os fervedouros no post anterior, mas deixa eu dizer algo que esqueci de mencionar lá: ao contrário do que muitos pensam, a água de um fervedouro não é quente.

No total, são 19 fervedouros no Jalapão, sendo 11 abertos para visitação e todos estão em propriedades particulares, por isso que paga-se para usufruir. O limite máximo de pessoas dentro de um fervedouro também é estipulado para que não corrompa o local e acabe modificando algo que é natural pela interferência humana.

Logo depois já fomos para outro fervedouro, agora o mais famoso, pois apareceu muito na novela Do Outro Lado do Paraíso da Rede Globo, o Fervedouro Bela Vista e ele foi o maior que conhecemos.

O olho d’água desse fervedouro possui 94 metros de profundidade e, claro, não nos deixa afundar. Ele também tem um deck, mostrando uma estrutura maior do que os do dia anterior.

Não sei se foi a época ou a malandragem do nosso guia que já conhecia os melhores horários para ir nas atrações, mas mesmo esse fervedouro que é o mais conhecido e um dos melhores para visitar, ficamos sozinhas por lá! Sério… já era um privilégio estar ali, ainda mais aproveitando só com a minha amiga, foi um presente.

* paga-se entre R$ 10 e 15,00 para entrar nesses fervedouros, se for por conta própria

Infelizmente tudo que é bom parece que dura pouco, iríamos pegar a estrada e voltar para Palmas. No caminho Junera parou para comprarmos o doce de Buriti na casa de um senhor muito fofo.

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Depois tivemos algumas paradas para fotografar a Serra da Catedral, que fica entre as cidades de São Félix e Novo Acordo, e possui esse nome por ter o formato de uma igrejinha, e o Morro Vermelho no qual algumas pessoas sobem para apreciar uma vista de tirar o fôlego.

Depois disso, foram mais 06 horas de estrada até reencontrarmos o asfalto e chegar em Palmas, para mais uma pernoite na cidade e aí sim dizer adeus ao meu primeiro destino da região norte do Brasil.

Foi incrível demais, o Jalapão é bruto e selvagem, ao mesmo tempo em que é delicado e muito sensível. O cerrado já está no meu coração. No próximo post irei dar dicas úteis a quem quer visitar o Jalapão. Fiquem ligados!

Quero agradecer demais aos meus companheiros em toda essa viagem, minha amiga Dai, que vocês podem encontrá-la e acompanhá-la em suas viagens pelo @dainatrip_ e o guia mais doido de todo o cerrado, mas que conhece muita coisa por ali e respeita demais o solo onde pisa e todos os seres que vivem ali, Junera.

 

Visite o post sobre tudo o que você precisa saber para visitar o Jalapão, para tirar todas as dúvidas sobre quantos dias ficar, como é o clima, melhor época para visitar, o que levar na mala, se dá para fazer por conta própria e muitos mais!

* NÃO ESQUEÇA DE RECOLHER SEU LIXO
** Essa viagem foi realizada a convite da agência Calliandra Ecoturismo que forneceu transporte e guia para nossa expedição, bem como as Pousadas Águas do Jalapão, Cristal Dourado e São Félix do Tocantins que nos ofereceram como cortesia a hospedagem, café da manhã e jantar. Por favor, veja a política do blog para mais informações.

 

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