Tudo que você precisa saber para visitar o Jalapão!

roteiro pelo jalapãp

Visitar o Jalapão tornou-se um sonho para muitas pessoas, sejam elas brasileiras ou gringas, afinal, o lugar é muito especial, bonito e único. Aquele fenômeno dos fervedouros em nosso cerrado brasileiro contribui excessivamente para isso. Eu me senti realmente privilegiada por pisar lá. Quando vi uma promoção de passagem aérea São Paulo x Palmas por R$ 250,00 não pensei duas vezes, apenas comprei e o resto eu veria depois.

Porém, é bom saber algumas coisinhas antes de fechar sua viagem ao Jalapão. Veja minhas dicas para que seu roteiro seja o melhor possível.

Onde fica o Jalapão e como chegar?

O Jalapão, ou melhor, o Parque Estadual do Jalapão está localizado no Estado do Tocantins e abrange várias cidades, pois possui 34 mil km² de área de preservação ambiental.

No entanto, por maior que ele seja, muitas das atrações que os turistas visitam quando contratam a expedição não estão localizadas dentro do Parque Estadual.

As principais cidades que você irá passar serão: Ponte Alta do Tocantins, Mateiros, São Félix do Tocantins e Novo Acordo.

Para chegar no Jalapão você precisa estar com um carro 4X4 (ou maior, se houver – não sou boa com carros, desculpe), seja de algum guia/agência ou o seu (caso decida fazer por conta própria). Eu peguei um voo de São Paulo para a capital do Tocantins, Palmas, que é a base de onde os carros das agências pegam os turistas e saem para as expedições.

Se chegar no Tocantins de avião: É importante que você chegue em Palmas um dia antes e marque de ir embora da capital no dia seguinte que retornar da expedição ao Jalapão, porque os horários dos voos não atendem aos horários de saída e chegada das agência.

Quantos dias de expedição?

As expedições podem durar de 03 a 08 dias, dependendo da agência, do roteiro escolhido e disponível.

No Jalapão as agências possuem datas para saídas da expedição e nos carros cabem geralmente 04 pessoas, além do guia.

No meu caso fui apenas com nosso guia Junera da agência Calliandra Ecoturismo e minha amiga Daiani.

Muitas vezes você precisará se encaixar em alguma saída já agendada, o que pode dificultar se fizer como eu e comprar na loucura a passagem para só depois ver o que vai rolar.

Pode ser que a saída da expedição esteja marcada para um dia antes de você chegar ou que ela termine um ou dois dias depois da sua partida. É bom ficar de olho. No meu caso, queria uma expedição de 05 dias, mas não daria para encaixar e fiz a de 04 dias, e no fim deu tudo certo.

Acredito que 05 dias seja o ideal, para incluir mais fervedouros e conhecer a Lagoa do Japonês. Na verdade senti mais falta da lagoa do que de mais fervedouros, mas se conversar com sua agência, às vezes elas fazem roteiros de 04 dias que incluem a lagoa também.

Outro passeio que parece sensacional e não fiz porque só está no roteiro de mais dias é o da Serra do Espírito Santo.

Como é o clima no Jalapão?

O calor no cerrado não tira férias, vai por mim. Durante o ano inteiro estará quente, tanto que por lá eles dizem só haver duas estações no ano: o verão seco (maio a setembro) e verão molhado (outubro a abril).

Ou seja, época que não chove e tudo fica mais seco e quente, e a época de chuvas onde o clima estará úmido e quente.

Qual a melhor época para visitar o Jalapão?

Bom, como eu contei no post do meu roteiro do segundo dia no Jalapão, minha visita ocorreu na época do verão molhado, especificamente no mês de fevereiro e peguei chuva neste fatídico dia.

Dos quatro, foi o único que choveu. Como era o dia da estrada mais cabulosa e longa da expedição, a chuva vinha enquanto estávamos no carro e o tempo abria quando chegávamos na atração, tanto que aproveitamos muito bem e até entramos na água, porque “o calor no cerrado não tira férias”.

Quer dizer que a chuva não atrapalhou? Atrapalhou sim, um único momento: o do pôr do sol. Nesse dia iríamos subir as famosas Dunas do Jalapão com o melhor fim de tarde da região. Porém não conseguimos. Ficamos um tempão na casa de Dona Benita esperando a chuva passar, quando passou subimos nas dunas porém o céu estava todo coberto por nuvens.

Ainda assim, se eu tiver a oportunidade de retornar ao Jalapão seria nessa mesma época. O motivo? A época do verão seco é alta temporada por lá, logo tudo fica lotado.

E o lotado nem sempre é ruim, mas Junera estava explicando que pela procura ser muito grande e os fervedouros serem um fenômeno natural que pode ser danificado se muitas pessoas entrarem dentro dele ao mesmo tempo, eles possuem uma capacidade máxima de pessoas entrando ao mesmo tempo, que geralmente é de 10 indivíduos. Esse é um número pequeno quando se está em alta temporada, formando-se assim filas de espera. Junera já ficou com um grupo esperando até uma hora e meia para poder entrar em um fervedouro.

Se você for por conta própria capaz de esperar até mais, porque as agências já tem um esquema onde ligam para agendar horário nessa época e se colocarem na fila de espera.

Enquanto isso, no verão molhado, Dai e eu ficamos mais de uma hora curtindo sossegadas e sozinhas a maioria das atrações, mesmo as que não exigem capacidade máxima.

Foi ótimo porque deu para curtir e se conectar com a natureza local e também para tirarmos milhares de fotos sem pressa de ir embora. Se tivéssemos 20 minutos iríamos ter que escolher entre tirar foto ou curtir o local.

Com certeza iria preferir curtir muito, mas quem não gosta de sair de um lugar desses com muitas fotos para relembrar e postar nas redes sociais, pô?

Claro, mesmo na alta temporada você ainda pode escolher datas que sejam mais vazias e aproveitar muito como eu fiz na baixa temporada, e sem chuva em nenhum dia. Acredito que Julho seja o pior mês, porém se essa for sua única data disponível, vá curtir o Jalapão sim! Nem pense em deixar esse destino de fora porque pode estar lotado ou pegar chuva.

O que levar na mala para o Jalapão?

Vou dizer aqui o que eu levei, ok? Não senti falta de nada.

  • Roupas de banho: bíquini, maiô, sunga… eu levei dois maiôs e foi uma saga para conseguir secar, já a Dai levou uma loja inteira de biquinis e maiôs e não teve preocupação com nada. Acredito que dê para dosar entre Juliana e Daiani e chegar num número razoável. Recomendaria entre três ou quatro, se você tiver.
  • Protetor solar: item indispensável.
  • Repelente: item indispensável.
  • Chapéu/boné/óculos de sol: importante demais.
  • Tênis para trilha: em meu roteiro fiz apenas uma pequena trilha no primeiro dia e já achei válido levar esse tipo de tênis. Se você fizer uma expedição com mais dias, principalmente incluindo a Serra do Espírito Santo, será imprescindível esse tipo de calçado.
  • Chinelo: no resto dos dias eu só utilizei meu chinelo. Já dizia um pensador famoso “Onde não puderes ir de chinelo, não te demores”, não pera… rs
  • Cangas e/ou Saídas de praia/piscina: eu praticamente só utilizei isso como roupa. A maioria das atrações são na água, então preferi usar algo leve que não tivesse tanto problema molhar e secaria rápido. A gente sai de uma atração, entra no carro, vai para outra e só para na hospedagem para dormir. Não senti necessidade de uma super produção fashion. Claro, tem gente que faz uma produção até fotográfica e como o Jalapão é lindo para fotografar, pense na sua necessidade. Para mim biquíni e saída de praia foram excelentes.
  • Vestido: levei uns dois mas utilizei somente um no primeiro dia onde fomos para a Pedra Furada. E só troquei de roupa porque almoçamos na pousada onde iríamos dormir, então deu tempo pra isso.
  • Shorts: sempre bom levar. Eu não utilizei, mas é uma opção para colocar por cima da roupa de banho também.
  • Blusinhas: manga curta e de alcinha, que é mais refrescante.
  • Blusa de frio leve: eu sempre levo caso esfrie um pouquinho. Melhor prevenir! E é algo que é útil dentro do avião, então amarro na cintura não me preocupo se caberá ou não na mala. Eu não utilizei em momento algum, mas acho bom ter.
  • Toalha: de preferência aquelas de secagem rápida.
  • Calça de trilha: caso vá fazer a Serra do Espírito Santo é uma boa.
  • Produtos de higiene pessoal e medicamentos.
  • Equipamentos fotográficos: você não vai querer perder de clicar nada por lá, né?
  • Mochila de ataque: para deixar seus pertences e itens que pode precisar durante a expedição mais acessíveis. Assim não precisa ficar abrindo a mala a todo momento.
  • Cartão de débito/crédito e dinheiro: o dinheiro em espécie é essencial para pagar as entradas dos atrativos e refeições (caso faça por conta própria) e pra comprar artesanato.
  • Garrafa d’água.

Quanto ao tamanho da mala, eu levei a mochila de ataque e uma mala de rodinhas pequena, que não precisei despachar no avião. E recomendaria que levassem malas pequenas também, até para ficar mais confortável no carro.

Esqueci de algo? Avisa aí nos comentários!

Fazer a expedição com agência ou por conta própria?

Se você pensa em viajar para o Jalapão por conta própria para economizar, talvez essa não seja a realidade. Os pacotes das agências parecem caros ouvindo assim secamente, porém contando tudo que você terá de gastos mínimos, talvez saia o mesmo valor ou até mais caro. Isso porque não estou contando nem as dificuldades morais que você pode enfrentar.

No Jalapão você terá que gastar com: veículo (incluindo gasolina e aluguel dele), acomodação, refeições e entradas dos atrativos (a maioria está em propriedade particular e paga para entrar).

Fora que precisará saber chegar em cada um desses atrativos. No Jalapão o sinal de celular é péssimo, os guias de vez em quando encontram sinal porque sabem exatamente um local ou outro onde ele alterna. Mas são bem raros.

De resto, vai passar horas na estrada sem sinal algum. Se você se perder, é melhor rezar para passar algum outro carro (de preferência alguém da região) para poder te localizar onde está e para onde deveria ir.

Internet? Esquece! Apenas nas acomodações e mesmo assim o wi-fi no cerrado não é bom. O que eu acabo achando ótimo para poder desligar a mente das redes sociais e tudo mais.

Outra coisa, se for alugar um carro, que seja 4×4. Não adianta querer fazer expedição pelo Jalapão em carro pequeno, tem que ser grandão.

As estradas são péssimas, tem dia que percorremos 70 km em condições terríveis do chão. E nesse mesmo dia, voltávamos a noite para a hospedagem, encontramos vários carros parados que tentavam ajudar um outro que atolou. Ninguém conseguia. Bastou o Junera, guia experiente, chegar para resolver o problema. Mas e se ninguém desse porte chega? Você precisa ter em mente que isso acontece e ser bem preparado.

Fora que até os carros dos guia quebram nas estradas do Jalapão de tão ruins que elas são. Então se eles que estão mega acostumados sofrem, imagina quem não sabe nada da região.

Sinceramente, eu não arriscaria. Mas você pode fazer o que você quiser… ninguém é obrigado a nada, não é mesmo? kk Só saiba o que você vai enfrentar antes de partir.

No valor pago da expedição com alguma agência, você será pego em sua acomodação em Palmas e não precisará se preocupar com mais nada. As hospedagens, refeições e entradas já estarão inclusas.

O único gasto a mais que você poderá ter é caso queira comprar algum artesanato ou doce pelo caminho. O guia e motorista irá te acompanhar em todo o trajeto até te devolver ao seu local de hospedagem em Palmas.

O preço da expedição que eu fiz de 04 dias é de R$ 2.000,00 por pessoa. O preço sai por R$ 1.800,00 com a Calliandra Ecoturismo se forem 04 pessoas no carro. Vale lembrar que todo ano pode haver um reajuste nos preços, então os valores podem aumentar um pouco do que foi escrito aqui.

Como funciona a hospedagem no Jalapão?

O Jalapão turístico, como eu contei no começo desse post, abrange algumas cidades do Tocantins, saímos de Palmas e vamos percorrendo todo o circuito, que eles chamam de Ferradura, até voltar para Palmas.

Nessa rota paramos para conhecer as atrações de cada cidade que estão no pacote da agência de acordo com o período de dias da expedição contratada.

Assim, no meu roteiro de 04 dias dormimos cada dia em uma cidade diferente. Logo as malas iam conosco no carro em todos os lugares. Só tirávamos elas do veículo na pousada escolhida, mas no quarto fazíamos o mínimo de bagunça possível, pois no dia seguinte já precisávamos fechar tudo para colocar de volta no carro.

o que fazer em palmas em 2 dias
Circuito Ferradura do Jalapão

Algumas cidades possuem mais opções de hospedagens do que outras. Quando você contrata o pacote com a agência, eles já possuem as opções de hospedagens para aquela expedição, então não tem muita escolha. Mas você pode (e deve) perguntar quais são, como é o quarto (individual, em dupla ou família) e qual o estilo da acomodação (pousada ou camping).

Lembrando que no Jalapão as acomodações costumam ser mais simples mesmo, então não pense em grandes estruturas. Elas servem basicamente para dormir, embora se a sua acomodação tiver uma piscina legal ou um serviço de massagem, você consiga aproveitar sim, como eu fiz.

Existe uma acomodação que é do proprietário de um dos fervedouros, dando acesso aos hóspedes a esse fervedouro durante a noite, quando já fechou para o público em geral. Se tiver afim dessa experiência, pergunte à agência se tem essa disponibilidade (lembrando que deve ser bem mais cara).

Na expedição que fiz, foram 03 noites e fiquei hospedada nas seguintes pousadas:

Na cidade de Ponte Alta do Tocantins: Pousada Águas do Jalapão (onde aproveitei para fazer massagem e tomar uns bons drinks no bar). Para saber mais sobre ela acesse esse link do post de nosso primeiro dia no Jalapão.

Na cidade de Mateiros: Pousada Cristal Dourado. Para saber mais acesse esse link de nosso segundo dia no Jalapão.

Na cidade de São Félix do Tocantins: Pousada São Félix do Jalapão (que tem uma baita estrutura, contrariando um pouco o que eu disse sobre as acomodações serem mais simples). Para ver mais sobre ela acesse esse link de nosso terceiro dia no Jalapão.

Como são as refeições que fazemos no Jalapão?

Café da manhã: sempre na hospedagem que você está. Com boas opções entre pães, frios, bolos, omelete, pão de queijo, frutas.

Almoço: geralmente são opções simplificadas com salada, legumes, arroz, feijão, mandioca, batatas e proteínas. Mas não se engane, eu já falei em todos os posts e claro que repetirei aqui, o tempo do Tocantins é sem igual de tão delicioso que é! Saudades de todas as refeições que fiz por lá.

Na minha experiência nossos almoços foram um dia na pousada em que dormiríamos, no outro um lanche/piquenique e nos outros dois em espaços perto dos fervedouros onde a maioria das agências se encontravam.

Jantar: nós sempre jantamos nas pousadas onde dormimos e a comida é bem parecida com as do almoço.

Para quem pensa em viajar por conta, cada refeição tem uma média de R$ 25 a 30,00.

Algumas agências possuem snacks no carro para você comer durante o trajeto. Verifique com a sua.

O que são fervedouros?

Fervedouros são nascentes de rios subterrâneos e que não nos deixa afundar quando estamos em cima de seu olho porque a pressão da água te joga pra cima.

Suas cores variam entre o azul e o verde dependendo da posição do sol, e ao contrário do que muitos pensam, a água de um fervedouro não é quente.

No total, são 19 fervedouros no Jalapão, sendo 11 abertos para visitação e todos estão em propriedades particulares, por isso que paga-se para usufruir deles.

O limite máximo de pessoas dentro de um fervedouro também é estipulado para que não corrompa o local e acabe modificando algo que é natural pela interferência humana.

E eles são tudo isso mesmo que o povo diz?

roteiro pelo jalapão
O menor fervedouro que conheci! É ou não é uma gracinha?

Sim! Minhas expectativas eram altas e foram superadas. Foi até bem engraçado a primeira vez que entrei num fervedouro porque não tinha ideia direito de como seria aquilo.

No começo me desequilibrava sozinha na água (???) kkk mas depois que peguei o jeito, foi bem gostoso de ficar ali, nem queria ir embora. Nos destaques dos stories do instagram eu mostrei um pouquinho como funcionava lá embaixo, eu estava “de pé” sem encostar o chão e simplesmente não afundava de jeito nenhum. Até pra mergulhar e nadar embaixo d’água era difícil.

Existem fervedouros que possuem até 94 metros de profundidade em seu olho d’água, e mesmo assim você não irá afundar. Claro que você pode chegar e achar que não é tudo isso que pintam, vai da percepção de cada um, não é mesmo? E tudo bem.

Eu fiquei encantada, acho que é algo único e que devemos valorizar demais. E mais do que valorizar, precisamos preservar.

RECOLHA SEU LIXO!!!

O Jalapão é surreal, e por conta de tanta fama que teve nos últimos tempos o número de turistas procurando e visitando a região aumentou drasticamente. Com isso veio também a ameaça de depredação ambiental.

Todos os dias, em todas as atrações e incontáveis vezes na estrada, Junera aparecia com lixo na mão, de terceiros, que esqueceram que o planeta também é deles e acharam que podiam descartar seu lixo em qualquer lugar, sem consequências.

Eu não conseguia mais contar no terceiro dia quantas vezes Junera parava o carro na estrada pra recolher lixo.

No começo eu não entendi ele parando, achava que havia acontecido algo com o carro, mas depois me acostumei: toda vez que ele parava o carro do nada, é porque avistou resto de material descartado por algum ser humano.

Não sejam esse tipo de pessoa que vai sujando o meio ambiente, por favor. Se for pra ser assim, melhor nem sair de casa, na boa.

Respeitem, preservem e cuidem porque essas pequenas atitudes que parecem não ter interferência, tem muito impacto. Depois a gente reclama do calor que tem feito nos últimos anos e acha que isso é culpa de qualquer um, menos nossa. Depois fecham o acesso para turistas de lugares incríveis como o Jalapão e vão reclamar nas redes sociais.

Tudo o que você faz na natureza vai ter impacto, seja ele positivo, seja ele negativo. Aliás, se você se esqueceu, você é natureza também.

Dado o recado, faltou mais alguma dúvida que você tenha e não foi respondida nesse post? Deixa nos comentários, que eu te respondo e assim todos que vierem depois poderão acessar e ter uma ótima experiência. Seja bem-vindo para deixar suas impressões da sua viagem ao Jalapão também!

PARA VER TODOS OS POSTS DO JALAPÃO DETALHADOS:

1º dia 

2º dia

3º dia

4º dia

 

* Agradeço à Calliandra Ecoturismo que nos apoiou nessa viagem, bem como as Pousadas Águas do Jalapão, Cristal Dourado e São Félix do Tocantins que nos ofereceram como cortesia a hospedagem, café da manhã e jantar. Por favor, veja a política do blog para mais informações.

Você pode gostar

11 Comentários

  1. Adorei seu post, Juliana. Quero muito conhecer o Jalapão e todas as suas belezas naturais. Informações completas e dicas preciosas. Definitivamente, será meu guia de inspiração.

  2. Artigo salvo a 7 chaves aqui nos meus favoritos! to só esperando alguma promo de passagem pra visitar esse lugar que ta na minha lista ha muuuito tempo, e com certeza vou ler e reler e usar suas dicas!

  3. A-M-E-I Esse post completíssimo!
    Eu tbm quando se trata de destino de Ecoturismo, prefiro não arriscar e vou de agência!!! Muuuito obrigada pelas dicas =)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *